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Vereador da base é salvo de processo em Parnaíba

Publicado em Política

Em Santana de Parnaíba, enquanto o vereador de oposição Dr. Rogério (PCdoB) acumula este ano dois processos de cassação aprovados no plenário, parlamentares da base do prefeito Elvis Cézar (PSDB) rejeitaram a instauração de novo processo de cassação, este contra o vereador Nilson Cadeirante (PHS). Denúncia assinada por um munícipe acusava o edil de nepotismo, com suposta contratação de seu irmão como motorista em seu gabinete.

 

Nilson já havia figurado em outro pedido de cassação rejeitado, quando em 2014 foi acusado de extorquir um assessor, exigindo metade de seu salário. Em 31 de outubro, votou a favor da abertura do processo de cassação, além de Dr. Rogério, o vereador Magno Mori (PSB). Da base aliada, 11 votos derrubaram o pedido de processo e salvaram Nilson. O vereador Angelo da Silva (PEN) absteve-se da votação. 

 

Dr. Rogério

Já o vereador do PC do B não teve a mesma sorte em plenário. No início do ano, ele foi acusado de utilizar carro oficial para um passeio ao litoral paulista, caso que ensejou na abertura do primeiro processo de cassação contra ele. Em sessão extraordinária da Câmara Municipal dia 5 de maio, quando os vereadores votariam a possível cassação de Dr. Rogério, ele apresentou uma liminar suspendendo o processo na Câmara, que ainda permanece sob avaliação da Justiça, que analisa possíveis irregularidades na condução do processo pela comissão de parlamentares da Casa.

 

 

Em setembro, novo “golpe”: instauração do segundo processo de cassação, cuja acusação contra Dr. Rogério era de manter duas funcionárias fantasmas em seu gabinete. A Comissão Processante instaurada na Casa decidiu arquivar a investigação contra uma das apontadas como sendo servidora irregular. Isso porque, segundo o relatório, ela atuou entre maio de 2014 a abril de 2016, ou seja, antes da atual legislatura. Dr. Rogério ainda reponde pelo outro caso de contratação de funcionário. “E na justiça brasileira, quem alega precisa provar. Porém, na Câmara o julgamento é político e tudo pode acontecer”, afirma o vereador.

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