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Resenha Espírita

Publicado em Opinião

Após a morte física poucos têm condições de conviver num ambiente onde todos se gostam. Nessas colônias se trabalha, estuda e se prepara para encarnações planejadas. O ambiente parece as nossas cidades, porém numa outra dimensão, em outra vibração da matéria que didaticamente é “quarta dimensão”.

 

Lá existem moradias e prédios onde se situam bibliotecas, espaços de lazer, esportes, hospitais, prédios administrativos, espaços agrícolas e até indústrias que produzem as necessidades dos habitantes. As pessoas estranham que perdurem algumas das nossas necessidades que tínhamos quando no corpo físico como fome, sede, frio e calor. Mas consideremos que essas necessidades devido o uso por anos passaram a fazer parte do nosso psiquismo. Isso não muda só porque morremos, ou melhor, saímos do corpo físico. A vida ali é prazerosa. Existem florestas, lagos, montanhas, planícies, porém dotados de beleza e leveza. As pessoas excursionam entre as diferentes colônias. Água por exemplo não encharca, as frutas têm sabores suaves e leves, porém saciam melhor que as equivalentes que temos aqui. Há ate os que casam antes de virem para cá. As obras de arte são criadas e depois reproduzidas aqui, muitas vezes pelo mesmo artista.

 

O desenvolvimento cientifico é realizado para depois ser introduzido na Terra. Na razão que as pessoas vão nascendo elas vão trazendo. O progresso é anos na frente que aqui. A vida é regida pela moral e pela inteligência ao contrario daqui, onde os valores são medidos pelo conteúdo material e intelectual. Relato baseado no livro “Nosso Lar” de Chico Xavier.

 

 *Roberto Sérgio Carneiro Contador, atualmente aposentado. E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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