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Isolados, moradores do Audir reivindicam ligação viária

Publicado em Cidades

Quem já andou pelas vielas do Jardim Audir sabe do “labirinto” de caminhos que prejudica moradores e visitantes. Cerca de 500 famílias do local queixam-se há anos da falta de acesso às principais vias da região, em especial à avenida Brigadeiro Manoel Rodrigues Jordão e Exército Brasileiro, e do prejuízo com a ausência dos serviços públicos que acabam não chegando à porta de todos, justamente por conta das vielas sem saída.

 

Tratam-se das vielas que seguem a partir da altura do número 793 da Brigadeiro Jordão, atrás à Paróquia local e próximo à escola Alexandrino da Silveira Bueno. Uma das soluções, segundo os moradores, seria a construção de uma nova via continuando pela “viela 1” da avenida Brigadeiro Manoel Rodrigues Jordão (altura do número 793), ligando-a à rua Marcos Antonio Marques. O projeto, inclusive, segundo os moradores, já foi elaborado há cerca de seis anos pela Secretaria de Obras da Prefeitura de Barueri, mas está “parado”. A reivindicação é mais antiga: data de pelo menos 20 anos.

 

“Os maiores benefícios com essa obra seriam o acesso à Brigadeiro e às unidades de saúde do local e aos estabelecimentos comerciais, e também a construção de um bolsão de estacionamento aos moradores dessas ruas sem saída, a Antônio Marcos e a Salomão Mansur”, explica Fabiano Cardoso de Araújo, um dos moradores à frente da reivindicação. “Aqui todo mundo que vem se perde. Sabe aquela sensação de perder-se nas favelas do Rio de Janeiro? Nem caminhão de lixo nem ambulância chegam até aqui”, queixa-se.

 

Beatriz Maria Gonçalves, de 61 anos, mora no local há 15 anos. Ela afirma que vários abaixo-assinados foram organizados em prol da reivindicação, e que vários foram também os políticos que se envolveram com a questão, sem qualquer tipo de resultado prático. “Ali são todas as dificuldades que você pode imaginar. Sem local para jogar lixo, sem ter como ir ao médico, estamos isolados”, afirma.

 

O projeto, de acordo com Fabiano, incluiria sete desapropriações e a construção de uma nova via de 4 metros de largura e calçadas de 1 metro de cada lado, além de um bolsão de estacionamento com pelo menos 40 vagas para moradores locais.

 

O Cidade de Barueri questionou a Prefeitura se ainda considera o projeto, se haveria desapropriações a serem feitas no local, e o motivo pelo qual o projeto teria sido “engavetado”.  Em nota, o governo municipal respondeu apenas que “no momento o projeto não está em estudo”.

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