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Prefeitura nega piscinão em Barueri

Publicado em Cidades

Nota oficial da Prefeitura de Barueri contrariou a informação publicada no último final de semana, sobre a construção de um “piscinão” na região do bairro Chácaras Marco.

 

“A área destinada ao projeto do parque localizado no bairro Chácaras Marco, motivo de reportagem do jornal Estadão e outros veículos de comunicação, foi cedida à municipalidade pela Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia) quando o Governo do Estado transferiu a gestão do Parque Ecológico do Tietê à Prefeitura de Barueri. O projeto de parque balneário foi apresentado à Prefeitura e descartado em função do alto custo. O plano do governo municipal para a área, que terá tratamento de água, é transformá-la em centro de preservação ambiental, com opções de lazer nos moldes dos demais parques já existentes no município e com atividades voltadas à educação ambiental”, traz a nota, publicada no portal da Prefeitura.

 

Quem também manteve a informação da Prefeitura foi o secretário de Esportes, Tom Moisés. Em seu perfil no Facebook, ele publicou que conversou com o prefeito Rubens Furlan (PSDB) sobre o assunto. “Segundo Furlan, isso é inimaginável. De fato houve a apresentação do projeto para o prefeito, mas sem viabilidade financeira e política. Nesse momento de crise, com a necessidade de investimentos prioritários em outras áreas não existe a menor possibilidade de se gastar 50 milhões, muito menos de construir um piscinão”, afirma o secretário.

 

“Não passa pela cabeça do prefeito construir um piscinão, tampouco de emprestar o nome do seu pai para o parque, que deve se chamar ‘Parque da Juventude’ e será um parque comum nos moldes dos que já existem em Barueri”, conclui Tom.

 

O que é

A informação publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo havia sido adiantada em junho pelo Cidade de Barueri, em entrevista ao secretário de Recursos Naturais e Meio Ambiente, Marco Antonio de Oliveira (Bidu).

 

“É o projeto! Há um córrego grande na área, que é o Cachoeira, e vamos tratar este córrego inteirinho até desembocar o rio Tietê, em um sistema implantado por uma empresa de Barueri junto a uma arquiteta da USP. A área (destinada ao parque) tem quase o dobro do Parque Dom José, que tem 90 mil m². Vamos fazer lá um balneário, um “piscinão” mesmo para a população. Vamos revitalizar a região com este parque. A ideia é também fazer um aquário nesse parque, como no Guarujá”, afirmou o secretário na entrevista.

 

Questionado sobre prazo e custo, Bidu respondeu: “Para falar a verdade, quero fazer (este parque) em um ano. Devemos investir cerca de R$ 20 milhões, receita que já foi aprovada”.

 

Foi o secretário que concedeu a entrevista ao Estado de S.Paulo, descrevendo o mesmo projeto. Com a repercussão considerada negativa, a Prefeitura resolveu desmentir a realização da obra.

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