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Itapevi tem combate à sífilis; saiba sobre a doença

Publicado em Cidades

A sífilis é uma DST (Doença Sexualmente Transmissível) muitas vezes confundida com inúmeras outras e deve ser adequadamente tratada, pois pode trazer sérias complicações para o paciente e, em especial, para gestantes. Por isso, a Prefeitura de Itapevi desenvolve, de forma contínua e permanente, o programa DST/Aids, que funciona em todas as UBSs (Unidades Básicas de Saúde), de segunda a sexta-feira, das 7h às 16h, como forma de realizar os exames diagnósticos de prevenção e de combate à doença.

 

A sífilis é causada pela bactéria Treponema pallidum, que invade o corpo em fases. A doença é transmitida de uma pessoa para outra por meio de relações sexuais sem o uso de preservativos, transfusão de sangue contaminado e durante a gestação e o parto, da mãe infectada para o bebê.

 

Em Itapevi, os tratamentos para os casos de sífilis são caracterizados como demanda espontânea, isto é, o paciente procura o serviço em qualquer Unidade Básica de Saúde (UBS) onde são oferecidos os Testes Rápidos (TR) para a doença. Caso o resultado seja positivo, o médico solicita a coleta da sorologia para sífilis (não troponêmico – testes que detectam anticorpos que podem estar presentes no organismo e sinalizam a presença da doença). Nesta ocasião, o médico prescreve como medicamento o uso da penicilina.

 

Em caso de pacientes gestantes, a partir do resultado positivo do TR não há a necessidade de coleta de sorologia para sífilis. O médico inicia o tratamento da paciente junto ao parceiro para evitar a transmissão vertical ao feto.

 

De acordo com o Ministério da Saúde, em 2016 foram registrados 87.593 mil casos em adultos. Em 2017, a projeção do órgão é de 94.460. Segundo ainda o órgão, já estão garantidas a aquisição de 2,5 milhões de ampolas de penicilina benzatina, para o tratamento da sífilis adquirida em gestantes e 450 mil ampolas da penicilina cristalina para bebês. Segundo governo federal, essa quantidade irá garantir o abastecimento dos remédios nas unidades do SUS (Sistema Único de Saúde) em todo o Brasil até 2019.

 

Sobre a sífilis

É considerada uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST). Pode apresentar várias manifestações clínicas e diferentes estágios (sífilis primária, secundária, latente e terciária).

 

Geralmente surge como uma pequena ferida nos órgãos sexuais, não dói, não coça e não arde. Depois de um tempo, a ferida desaparece sem deixar cicatriz e dá a falsa ideia de estar curada. Como a doença não foi devidamente tratada, ela continua a avançar no organismo e reaparece, dessa vez, em casos mais graves, podem aparecer manchas em várias partes do corpo, queda de cabelo, provocar cegueira, doença do coração e paralisias. Em grávidas, causa até aborto e má formação do feto.

 

Tanto em grávidas quanto em outras pessoas, o tratamento para curar a sífilis é feito, principalmente, por meio de antibióticos com doses variadas, como a penicilina. O tratamento pode durar em média de 7 a 14 dias, dependendo da fase da doença. Em estágios mais graves, o período pode ser indeterminado até a cura definitiva e de acordo com acompanhamento médico.

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