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Itapevi está fora de risco para febre amarela

Publicado em Cidades

A Prefeitura de Itapevi esclarece que o município não apresenta casos de febre amarela neste ano e também no anterior e, portanto, está fora da área de risco.

 

No entanto, a Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde e Bem Estar da Prefeitura de Itapevi explica que é sempre importante tomar os devidos cuidados e se precaver contra qualquer doença.

 

O município recomenda que tome a vacina contra a febre amarela apenas pessoas que forem viajar para áreas onde há registros da doença ou por recomendação médica.

 

Quem desejar tomar a vacina pode fazê-lo normalmente na UBS Dr. Nicanor A. Abreu de Oliveira (avenida Vereador Francisco benedito Chaves, 39 – Jardim Rainha), às terças e quintas-feiras, das 8h às 15h45. A UBS Santa Rita II (rua Alcides Cotrim, 105 – Jardim Santa Rita) também aplica as vacinas às sextas-feiras, no mesmo horário.

 

“Estamos em constante acompanhamento dos casos no Estado de São Paulo e não há problemas em nossa cidade. A população pode ficar tranquila quanto à febre amarela em Itapevi”, comentou o responsável pela Vigilância Epidemiológica no município, Cassius Oliveira.

 

Sobre a febre amarela

É uma doença de caráter infecciosa grave, causada por vírus e transmitida por vetores. As primeiras manifestações acontecem de forma repentina e são: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça e muscular, náuseas e vômitos por aproximadamente três dias.

 

Transmissão da doença

Acontece através de mosquitos em áreas urbanas ou silvestres. No ciclo silvestre (áreas florestais), o vetor é o mosquito conhecido como Haemagogus. Já no meio urbano, a transmissão se dá pelo mesmo mosquito da dengue: o Aedes aegypti.

 

 

A infecção acontece quando uma pessoa que nunca tenha contraído a febre amarela ou tomado a vacina contra ela acaba circulando em áreas de florestas e é picada pelo mosquito infectado. Ao contrair a doença, essa pessoa pode se tornar fonte de infecção para o Aedes aegypti no meio urbano. Vale destacar que uma pessoa não transmite a doença diretamente para outra e, além do homem, macacos podem desenvolver a febre amarela silvestre.

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